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MÉDICO-ESPÍRITA DE PORTUGAL
EU PRATIQUEI 5.000 ABORTOS - CONFISSÃO DO DR. BERNARD N. NATHANSON
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"Eu fiz 5.000 (cinco mil) abortos"
 
Esta frase foi proferida pelo médico Dr. Bernard N. Nathanson, em 13 de Fevereiro de 2008, durante a conferência que deu no "Colégio Médico de Madrid", (correspondente à Delegação da Ordem dos Médicos, de uma cidade portuguesa) e que foi publicada pela revista espanhola "Fuerza Nueva", de onde se transcreveu.
A sua confissão é extremamente valiosa, dado ter sido um dos mais importantes defensores do aborto nos Estados Unidos.


Passemos-lhe a palavra:
"Em primeiro lugar devo dizer-vos que fui um dos 3 (três) fundadores da principal organização que "vendia" o aborto aos norte-americanos. Os outros dois membros eram Lawrence Lader e uma rapariga que pertencia ao movimento feminista.
 

Em 1968, quando fundámos a organização, calculava-se que menos de 1% dos americanos eram partidários da liberalização do aborto, isto é, em cada 100 americanos, 99 estavam contra o aborto. O montante que podíamos gastar nesse ano de 1968 era de 7.500 dólares, e 14 anos depois, em 1982, o orçamento anual da organização, já se aproximava do milhão de dólares…

Vou falar-lhes sobre quais foram as bases do plano que estabelecemos para convencer 199 milhões de pessoas (num país de 200 milhões) de que o aborto devia ser aceite…
E as tácticas de que vos vou falar são infalíveis e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram nos outros países, entre os quais a Espanha.

Serviram-nos de base duas mentiras: a falsificação de estatísticas e a invenção de pesquisas que dizíamos ter feito.
Quando, mais tarde, os defensores do aborto usaram os mesmos "slogans" e argumentos que eu tinha preparado em 1968, ria-me, porque tinha sido um dos seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.

A falsificação das estatísticas é uma táctica importante. Em 1968, dizíamos que nos Estados Unidos eram praticados 1.000.000 (um milhão) de abortos clandestinos, quando sabíamos perfeitamente que estes não ultrapassavam os 100.000 (cem mil), mas este número não nos servia e multiplicámo-lo por 10 (dez), para chamar a atenção.
Também repetíamos constantemente que as mortes de gestantes devido ao aborto clandestino se aproximavam das 10.000 (dez mil), quando também sabíamos que eram apenas de 200 (duzentas), mas este número era muito pequeno para se fazer propaganda...
Quando a táctica dos enganos e das mentiras é constantemente repetida, até à exaustão, acaba por ser aceite como sendo verdade.


Através das associações universitárias, especialmente das associações femininas, lançámo-nos à conquista dos meios de comunicação social. Estas ouviam tudo o que nós dizíamos, incluindo as mentiras, claro, e apressavam-se a passar tudo aos meios de comunicação social, que são a base de qualquer propaganda, pois está provado que é assim que se infiltram as ideias na população.

Outra táctica que pusemos em prática, foi a invenção das pesquisas que dizíamos ter feito. Por exemplo, dizíamos que tínhamos feito uma pesquisa em que 25 % (vinte e cinco por cento) da população era a favor do aborto, e três meses depois dizíamos que já  era de 50% (cinquenta por cento) e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda e formar parte da maioria, para que não dissessem que eram "atrasados", juntavam-se aos "avançados".

Mais tarde fizemos realmente pesquisas e comprovámos que, a pouco e pouco, iam aparecendo os resultados que tínhamos inventado…
Por isso, sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto! Porque apesar das nossas terem sido inventadas, todas elas têm a virtude de convencer inclusivamente os juízes e os legisladores, visto que eles, tal como qualquer outra pessoa, lêem os jornais, ouvem a rádio e vêem a televisão, e há sempre alguma coisa que lhes fica gravada no cérebro.

Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema religioso. Eu não tenho nenhuma religião e no entanto estou a fala

A partir de 1971, dirigi a maior clínica de abortos do mundo.
Era o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado a leste de Nova Iorque. Possuía 10 salas de operações e eu tinha 35 médicos sob a minha direcção. Fazíamos 120 abortos por dia, incluindo domingos e feriados, e só não trabalhávamos no dia de Natal.

Quando assumi a direcção da clínica estava tudo nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares. Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo no seu género, e como de Director Clínico devo confessar que sob as minhas ordens foram praticados 60.000 abortos e que fiz uns 5.000 pessoalmente.

Lembro-me que numa festa que organizámos, as mulheres destes 35 médicos contaram-me que os maridos tinham pesadelos onde gritavam que viam sangue e corpos de bebés cortados; outros, bebiam demais e outros drogavam-se. Houve mesmo alguns que tiveram que ser atendidos por psiquiatras. Muitas enfermeiras tornaram-se alcoólatras e outras abandonaram a clínica a chorar. Para mim, foi uma experiência sem precedentes.

 

Em Setembro de 1972 demiti-me, porque já tinha conseguido o meu objectivo, que era pôr a clínica a funcionar. Nessa época, e digo-o sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a, porque me tinha sido oferecido o cargo de Director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas, em Nova Iorque. Aqui, iniciei a criação do serviço de Fetologia. E ao estudar o feto no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características, ao qual devem ser outorgados todos os privilégios e vantagens de que goza qualquer cidadão na sociedade ocidental.

Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão: Talvez alguém pense que antes destas minhas pesquisas e estudos devia saber, como médico e como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente eu sabia disso, mas eu próprio não o tinha comprovado cientificamente. As novas tecnologias ajudam-nos a conhecer com maior exactidão a sua natureza humana e a não o considerar como um simples bocado de carne.

Hoje, com as técnicas modernas, podem-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusivamente fazerem-se mais de 50 tipos de cirurgias.

Foram estes argumentos científicos que mudaram a minha maneira de pensar. O facto é que se o ser concebido, é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida, e a que nós procuremos conservá-la.

Gostava de fazer um breve comentário à Lei do aborto em Espanha, que é igual à que está em vigor no Canadá, ou seja, aquela em que o aborto é permitido: em casos de estupro, sub-normalidade e também quando está em risco a saúde da mãe.
O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Felizmente, poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo neste caso, o estupro, que é um terrível acto de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível, como é a destruição de um ser vivo. Portanto, tratar de apagar uma horrível violência, com outra também horrível, não é lógico; é um absurdo e o que faz realmente, é aumentar o trauma da mulher, por destruir uma vida inocente. Porque essa vida, tem um valor intrínseco em si, mesmo que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, as quais não podem nunca justificar a sua destruição.

Com certeza que muitos dos que aqui estamos hoje fomos concebidos em circunstâncias que, se calhar, não foram as ideais… talvez sem amor, sem calor humano… mas isso não nos modificou em nada, nem nos estigmatizou. Portanto, recorrer ao aborto porque houve estupro, é uma coisa ilógica e desumana.
Quanto à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte, caso a gravidez prosseguisse. Mas hoje, com os avanços que houve na medicina, este caso praticamente não se dá. Portanto, o argumento é enganoso, porque deixou de ser verdadeiro.

Consideremos agora o caso do feto defeituoso. Este é um assunto muito delicado, porque significa que aspiramos a ter uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas e, sem medo de me enganar, garanto que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita!... É perigosíssimo aceitar-se este princípio porque pode desembocar num holocausto…
Posso garantir-lhes que inclusivamente as crianças mongolóides são queridas.

Quando estive na Nova Zelândia com a minha mulher, almoçámos um dia com sir William Lilley, um dos fetologistas mais conhecidos do mundo e ele contou-nos que tinha tido quatro filhos que já eram adultos e que, ao ficarem sozinhos, ele e a mulher decidiram adoptar uma criança mongolóide. Afirmou-nos que este filho adoptivo lhes tinha proporcionado mais alegria do que qualquer dos outros quatro filhos…
Penso que permitir-se o aborto, é permitir-se um acto de violência moral, um acto deliberado de destruição e, portanto, um crime.

Gostava de terminar dizendo-vos:

Como cientista, eu não acredito, SEI, que a vida começa no momento da concepção e que esta deve ser inviolável.
Lembrem-se de que não sigo nenhuma religião, apenas penso que existe uma Divindade que nos ordena pôr um fim a este triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e nos omitimos de uma completa dedicação a esta causa tão importante, a história nunca nos perdoará."




(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família – PROVIDAFAMÍLIA, do panfleto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45, S.W.71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org. Com autorização do editor)

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